Rádio Vibe Ploc

12 dezembro 2006

Within You Without You, Tomorrow Never Knows

(Harrison, Lennon and McCartney)

Turn off your mind,
relax and float down stream
It is not dying
It is not dying

We were talking
about the space between us all
and people
who hide themselves behind a wall
of illusion
never glimpse the truth
then it's far too late
when they pass away

We were talking
about the love
we all could share
When we find it
to try our best
to hold it there
with our love,
with our love
we could save the world
if they only knew

Try to realize it's all within yourself
no one else can make you change
And to see you're really only very small
and life flows on within you and without you

That love is all
And love is everyone
It is knowing
It is knowing

We were talking
about the love
that's gone so cold
and the people
who gain the world and lose their soul
They don't know,
they can't see
Are you one of them?

That ignorance and hate
May mourn the dead
It is believing
It is believing

But listen to the color
of your dreams
It is not living
It is not living

When you've seen beyond yourself
then you may find peace of mind is waiting there
Or play the game existence to the end
Of the beginning
And the time will come
when you see
we're all one and life flows
on within you and without you

{Baseado na concepção do Albúm LOVE, compilei as músicas TOMOROW NEVER KNOWS e WITHIN YOU WITHOUT YOU, como se fosse uma única música. Uma mensagem sensacional, podes crer.}

11 dezembro 2006

The dictator died solitary

Good God!
Pinochet is dead
Hell in on the party
Your beautiful son
is coming to home.

Pinochet left a death track
and now he will feel
what His victims had felt.

Baby, come on
Let´s go to party,
Pinochet is dead
Before Him Not me.

"Viva El Chile
Viva Los Trabajadores"

On Heaven
Victor Jara will play
The victory finally comes!

Good God!
Party in Hell
Pinochet is dead!!!

03 dezembro 2006

Realmente, era algo que não estava no script.

Eu sou alguém
que você não é ele,
Onde nós somos três
e acho que me perdi na conta.

Pensando bem,
Nem mesmo eu
poderia ser ele
que poderia ser Krishna
Apesar de Cristo ter sido filho
e tão Deus ao mesmo tempo,
Sendo Pai.

E se me confundi em tantos pensamentos
Acho que há alguma possibilidade de erro,
e neste desvio de conduta pela tangente
É que encontro a saída colateral do pensamento.

Neste momento, medito asneiras
como novas formas de bobeiras,
Estriônicas maneiras de se entender
a falta de insensatez do mundo.

Ich bin das eggman
Ich bin der Walrus
E eu sou o que mesmo hein?
Ah! Não responda!

Eu queria mesmo era decifrar
as entrelinhas do texto acima,
Acho que não me entendi
Hum... Ou não... Quem sabe!

{Inspirado descaradamente em I AM THE WALRUS, dos BEATLES! }

29 novembro 2006

Férias forçadas

Acordo de manhã
vou para a porra do trabalho
chegando lá o meu chefe babaca
dá uma olhada de desprezo.

"O que aquele filha da puta quer?"
Faço tudo que o corno manda
Ralo que nem um condenado
para ganhar uns míseros trocados.

Atolado de serviço, correndo atrás
Colegas de trabalho computadorizados,
programados para comer tão pouco e nem reclamar...
E, de novo, o cara chega meio de saco cheio.

"Seu rendimento abaixo não é favorável,
Precisamos aumentar sua carga de trabalho."
"E o salário, aumenta?"

Fui despedido depois do almoço!

Com contas para pagar e casa para manter
fui mandando embora sem explicação,
Triste cena de selvageria maldita
Mandei o cara tomar no cu, que merda!

Agora estou de férias
Que merda de férias...
Férias forçadas.

Jornal debaixo do braço
caminho entre agências de emprego,
Filas de desempregados desesperados
e estou de Férias forçadas!

O sistema é maldito
corrói nossa mente,
oferece vantagens impossíveis
tantas coisas intangíveis.

E estou de Férias forçadas
que legal, não tem sol mesmo
Férias forçadas, e agora?
Sabe o que mais? FODA-SE!

{Antes que me sacrifiquem: Esse é um poema (Uma obra de ficção), mas pode ser usado como desabafo. Porque ficar desempregado é uma merda, podes crer. Inspirado nos Sex Pistols, The Clash e Ratos de Porão - Meus heróis!!!}

28 novembro 2006

O Eterno Deus MU dando um troco de Réis!

Pessoas andam
arrastando correntes
pesarosas e invisíveis...

Enquanto isso,
abutres sobrevoam
ao Jardim Celeste.

Aquele sol
Esse chão quente,
Os passos parecem
extremamente pesados...

Enquanto isso
alguém está tramando
mais um golpe aos cofres públicos.

Jogue esse jogo diário
onde o jogador não tem 3 vidas
apenas uma, sem direito a replay...

Enquanto isso
Algo estranho é tramado
na Cúpula Central.

Alguém chora pela rua
e lamenta sua dura vida,
É triste não ter casa e emprego...

Enquanto isso,
Um dinheiro sumiu
ou vai parar em alguma cueca.

Bailemos nossas misérias
Desfilando as indecências do poder,
Enquanto os ricos gorjeteiam misérias
Os pobres pagodeam as suas desgraças.

26 novembro 2006

NUA

Estamos à sós
Meia-luz, velas acesas,
Um vinho e uma noite
Um quarto e dois inocentes.

O que você quer?
Seus olhos me devoram
Seu coração pulsa tão rápido
e não sabemos o que dizer.

Deixemos nossas vergonhas
em algum canto qualquer,
Nem precisaremos de palavras
que são inutéis no amor.

Feche os olhos...
Deixa-me tocar seu corpo,
senti-lo em cada toque
alisar-te de forma inocente.

A camisa já está no chão
Sinto sua força no tocar,
Você deseja me dominar
Mas cede às minhas carícias.

Desço seu corpo ao chão
"abra seus olhos... e me veja!"
Você se vislumbra...
Estou nua em sua frente.

Inocente? Nem tanto
Agora sou apenas sua menina,
Deixando a noite ir desfrutando
de nosso ato, do nosso fato.

15 novembro 2006

Vinho (por Flavia Trindade e Marcus Pantoja)

O que você pensa
quando bebe vinho?
Fica leve como pluma
ou tempestuoso com o El niño?

Fica louco, pirado, demente
ou nem tanto?
Não sente...
Fica santo, fica normal
ou bebe água para cortar o efeito?

Quando for beber vinho
não se sinta culpado
das merdas que você for pensar
das merdas que você for fazer.

O que importa não é a sanidade
ou a falta dela,
é realmente o que vem
da alma que está escondida.

E para encerrar
nada melhor que Sangue de Boi
ou então mesmo São Roque,
Celebre a vida!

Com vinho de pobre...
Porque somos ricos de tanta vida.
Saúde!

{Poema escrito por Flavia Trindade e Marcus Pantoja - Nossa primeira parceria!!! UHU!!!}

12 novembro 2006

Metrô para Mulheres (By Marcus Pantoja e Wagner Noise)

Metrô Rosa
Muitas mulheres
na hora do "rush"
Blá-blá-blá
e blá-blá-blá,
Elas conseguem se entender?

Entram desconhecidas
saem melhores amigas,
Os homens ficam isolados
nos cabisbaiximos habituais.

Blablabla
Yeah!
Hahaha!
Blablabla

{Homenagem às mulheres que andam de Metrô na hora do "rush"}

10 novembro 2006

Soneto do Esporro (By Wagner Noise)

Hey, será que você não notou o que fez?
Por acaso, sabe o que é isso?
Pelo visto não...
Amadores...

Para mim, as coisas tem que sair perfeitas,
Bem feitas e com um compromisso de seriedade
E você, o quê fez???
Não prestou atenção?

Ai, mais uma vez terei que consertar os seus erros
E do jeito que vão as coisas já não posso mais
Sinto muito, mas acho que está na hora de você aprender

Aprender a ser gente, a ser honesto
E admitir que não sabe de tudo
E mais do que isso: pedir ajuda quando necessitar, porra!!!

{Poema maravilhosamente escrito pelo meu irmãozinho Wagner, que manda muito bem em suas mensagens. Para bom entendedor, um pingo é letra! Fui...}

Visite o site de meu irmão http://www.segundoquem.blogspot.com/

09 novembro 2006

O fim de uma paixão antiga...

Você passou dos limites
me deixou sem explicação
no meio de tantas pessoas,
Justo na hora que mais precisava.

Quando lhe conheci
Tudo era tão bonito,
Você me comprava as coisas
e ia me apaixonando pelo seu jeito.

Cada instante de minha vida
sair de casa sem você era suicidio,
Quem ia pagar as minhas contas?
Quem ia afogas minhas mágoas com chocolate?

O tempo foi passando
e cada vez mais me tornei
um dependente
escravo de seus desmandos.

Fui perdendo o controle
e me entregando, me enterrando
só que hoje, resolvi dar um BASTA!!!!
(Eu sou mais forte que você...).

Não adianta me oferecer casas e carros
Não adianta me proteger de furtos e roubos,
Não adianta, nosso fim está sem remédio
Graças a Deus me livrei do CARTÃO DE CRÉDITO!!!

{Dedicado a Cora Ronai que declarou em sua coluna hoje (09/11) do Jornal O GLOBO - "Eu sou mulher e não sou Perua" e cancelou seu cartão de crédito. Viva Cora Ronai!}

08 novembro 2006

Pasmado

No Pasmado vi estrelas
Um morro,
parede alta
e num sofá-cama
descobri uma nova forma de amar.

Morena, péle macia
suavidade de verão
queimando meus toques
e refrescando meu ser.

Boca que traduz
suavidade
da delícia
da luxúria,
Boa nova incendiária
tentação mordaz.

Morena fez explodir
em gozo todo o torpor
de insanidade tropical
daquela língua vagueante.

No Pasmado vi estrelas
Sofá-Cama e Vida...

Daquela noite
as suas marcas
não saem de mim...
Estão cravadas
na péle
e em minha memória.

07 novembro 2006

Telefone de Idéias

Dar-lhe-ei uma idéia
por via Telemar,
Neste Telefone de Idéias
Passo o que não há de passar.

Ao passo que isto é deveras colateral
Um telefonema declamado,
De forma que o entendimento
não se restringe ao meros desmandes cotidiano.

Declamo a forma corredia
do balbuciar gritante da beleza
das crianças brincando no parque,
que correm felozes por todo lugar
(Onde o fôlego não há!).

Declamo a forma reclamativa
de um casal apaixonado no momento de briga,
que ao final dela, sempre se espera
Um quarto de paz, nesse meio lubrificado.

Declamo o gênesis da Ciência Geratrica
de pensamento exatos e tenros,
O amor pela vida fazem dos cabelos brancos
Um sinal de grande respeito.

Declamo a vontade de ver o pôr-do-sol
de uma tarde agitada, no Arpoador,
E lá , conectar-me-ei com o Provedor Celestial
mandando minha mensagem instantânea oracional.

Declamo, por fim,
a vontade e a felicidade de se amar,
A grande aventura é isso
amar e ser amado, intensamente.

06 novembro 2006

Garanta seu lugar no Paraíso (Despolua-se, baby!)

Alguém me diga
se estou enganado,
Mas quem vive a vida do outro
não vive, vegeta de modo errado.

O silêncio da brisa
ou os momentos de paz.
Às vezes, isso tanto faz...
Os dias são meras mesmices.

As horas bailam incrédulas
Os fantasmas e seus fantomas
não se divertem, se contorcem
com gestos magnânimos de nada.

E diapasar as loucuras
de diásporas trobetálicas,
é o mesmo que morganear
a loucura disforme do ecto-plasma cinzento.

Gárgulas corroem-se tão silentes
e tão medíocres em bandangas gasfornélicas,
E de precipício, infame é seu delírio abjeto
Minha dor é tão insípida quanto o vácuo estelar.

Juro, não tenho nada a ver com isso
Aliás nem vendo acredito nisso,
Minhas regras são rédeas ditadas
na http://www.confissoesnotravesseiro.blogspot.com/.

Tenho a liberdade de berra incólume
as lugubricidades enfáticas de sua raiva acidulante,
Então, prefiro água, sem conservantes
Apenas o natural H2O.

Calma, Quero brigar não
O brigadeiro briga por mim,
Um pouco de adoçante não faz mal
Posso dizer de cátedra que nem sei o que dizer.

Bom, ainda não fui a Bahia
por isso mesmo, prefiro o Arpoador
Sente-se na pedras, aproveita e viva
Tome uma água de côco (que agora não precisa ter acento cincurflexo no o).

Pode rir, eu deixo
Quem gosta de guerra é General
Quem gosta de paz é o simples
Quem gosta de viver, acredita em Deus
Quem gosta, sabe o valor de um sorriso.

Realmente,
do mundo dos mortos
prefiro apenas recordações
fantasmas? Não, por favor!

{Para minha amiga Ana Magal: Uma pequena homenagem a uma blogueira incrível. Um grande abraço}

03 novembro 2006

E como quero acreditar... (Versão Pop Remix - Repaginada e Melhorada)

Quero acreditar nas luzes da cidade
que insistem em se manter acordadas,
As pessoas vageando, zumbitórias,
atrás de sonhos perdidos, em cantos escuros.

Quero acreditar no poema escarrado
da boca do poeta lá da Central
e as poucas pessoas que o ouviram
espero que tenham entendido o recado.

Quero pisar firme no chão e ver as estrelas
acreditando que todo sonho é possível,
Eu posso até não acreditar muito em sonhos
Mas consigo compra-lo em qualquer padaria.

Quero agradecer, em forma de elegia
a vida que se apresenta tão caucária,
Se fosse fácil, não seria bela
Porque a luta, às vezes, pode ser injusta!

Quero ser insone coberto de razão
e de um cobertor paraíba em pleno verão,
porque estarei queimando de febre
devido ao vento que peguei na estrada de Angra.

Quero dizer o mais que me dói
é que amo muito a uma pessoa irresistível,
De tom musical saem seus beijos Fa
e por mais incrível que seja
ela me quer bem...

Pobre dos pobres coitados
que não sabem sequer o que é amor,
cada um vive a sua mediocridade imediata
Quem não ama, pode-se considerar um ser vazio.

E na noite de lua cheia
amar
recitar versos
orar por horas
e amar
comemorar a vida num belo brinde
celebrar o amor,
não importa como...

Deixar o sândalo queimar
a garrafa de vinho gelar
a lata de pêssego abrir
e num ato de amor
COME MORAR!!!

01 novembro 2006

Voando em um sonho Índigo Azul

A cabeça já está rachando de tanta dor
Nada que me cerca traz alguma sensação,
Pessoas só falando alto e um monte de asneiras
As besteiras rotineiras que ouço normalmente.

Tranco minha alma em outro mundo
Deixe os outros falarem suas sandices,
Prefiro voar em mim mesmo
Acreditando no vôo das garças.

Graça tenho em viver meu interno sonho
Onde o mundo é tão ideal quanto se parece,
Vejo um lindo dia se pondo no horizonte
Sinto meu coração pulsar bem devagar.

Paz, uma sensação tão boa
Delícia de vida, força e alegria,
Algo que não se compara a nada
Um sonho índigo azul.

E mesmo se eu voltar a rotina
Será um alegre momento do ser,
Enquanto os outros querem matar e morrer
Quero apenas só sobreviver e ser feliz.

(Feito em 11/10/06)

31 outubro 2006

Oh My Gosh (or Do you wanna be free?)

Oh Yeah!
Do you wanna be free?
Hide yourself
and goes alone
to the other side
of your mind.

Please, no chemical solution
or Herb´s cigarretes,
You must go on natural
free your inner child.

Go into darkness
play insane drama...
and forget it all!

30 outubro 2006

Serenata Andante, em Dó Maior

Olha o caminho
Ele é longo
e está vazio,
Uma brisa canta
e nenhum carro passa.

Passos nessa estrada
Um rapaz pensando,
vai consigo falando
tentando reiventar a manhã.

De repente, uma kombi
com passageiros parados
sentados em sua inércia
começam a chiar.

O veículo passa batido
apressado come cru,
Enquanto o rapaz
faz seu silente caminho.

O caminho acaba
o destino é chegado,
mais um dia de trabalho
para o sacrifício humano.

E o Jardim de Festas
guarda seus segredos,
Maçãs podres no meio dos Santos
Capatazes ferozes em toscos mantos.

O rapaz só está por dinheiro
e não pelo que se tem,
Ao redor de tudo
nada vale realmente um vintém.

28 outubro 2006

Suave lembrança de um licor

Rua
Pessoas,
Calçadão
Arpoador.

Água de Côco
Pedras,
Pessoas ao redor
Marola.

Fim de tarde
Ventinho bom,
Missa na Igreja
Saída de Escola.

Uma saudade no ar
tão intensa, sinto sua falta
algo peculiar
nos dois já vimos o pôr-do-sol.

Cada um ao seu lado
deixei o último licor
guardado na prateleira
acreditava em um retorno.

Agora só sonho
lembrança feliz,
Você casada
e eu vivendo por um triz.

Dou meu trisco
dou meu jeito,
Eu sou arisco
apesar da dor no peito.

Adeus, nem sei
a vida roda seus giros,
se der, iremos nos encontrar
só que agora, cada um em seu lugar

Delicata luz de Outono

Quero senti-la luz
cintila em meus sonhos,
esquece o passado e tenha o prazer
de sentir meu afeto mais sincero.

Deixe dançar as horas
e vamos apreciar a lua,
Os outros passaram
assim como os tolos.

Venha e deleite-se
detenha sua ânsia de pressa
temos nosso tempo tenro
temos nosso momento.

E dancemos, nus
ao som de querelas sagradas,
pintemos nosssa aquerelas de esperança
embalando nossos sonhos com clareza.

E no mais, para que tristeza?
O nosso amor servimos à mesa!

27 outubro 2006

Notícias breves de Nagoya, Japão

Aqui estou
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi apenas para pensar.

Ainda tenho
muita estória para contar...
Ainda tenho
muito ânimo de ânima
para completar outros vértices.

Bolar novas matizes
de insumos de insucesso,
Uma Garbage Nouveau
de roupas alvas e cristalinas.

Ainda tenho
muita confusão para gerar
no meio do caus burocrático
dos desmandes humanos.

O tempo do Cálice acabou
e mesmo assim tentaram
insistir no AI-5 das idéias...
Ué... Sei lá, entende?
'cha pra lá, guaraná!

Quero emergir
do fundo do poço
das águas barrentas
dos sentimentos bolorentos
dos ímpios errantes,
que insistem em errar.

Je veux parler dans un Français terrible
I wanna talk in a awful English
Deixe-me falar, chega de cálice!!!

Resurgir das cinzas
como Fênix atordoado,
ou mesmo morrer na contra-mão
atrapalhando o Sábado,
Erguendo neste patamar um pacote bêbado
e declarando um novo Carpe Diem,
Flutuando no ar como paredes mórbidas.

Quero reconstruir meus caminhos
aqueles mesmo que errado fiz,
Aprendendo a entender o jogo
o que me cerca é lixo, mas... foda-se!

E gritar bem alto: Aproveite aquilo
que você ainda não aproveitou!!!

O momento é agora
para ser livre!

LIBERTAS QUAE SERA TAMEN
Liberdade, ainda que à tardinha,
Liberta que serás também
Liberta-se do que te impede de ir além.

Mando notícias da terra do sabiá
As aves que aqui gorjeiam,
estão muito melhores e não há
competição e nem tição!

Aqui estou
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi para viver e sonhar,
O amor é uma coisa boa baby....
(Será que você sabe o que é isso?)

Postagem em Destaque

O AMOR ESTÁ ONDE VOCÊ ESTÁ (O POEMA CURTIDO)

Seria verdade... O amor está no ar? Para muitos está no bar Mas onde ele está? (Onde está???) Quero achar... dá pra comprar? Sei lá, não apr...