Oh Yeah!
Do you wanna be free?
Hide yourself
and goes alone
to the other side
of your mind.
Please, no chemical solution
or Herb´s cigarretes,
You must go on natural
free your inner child.
Go into darkness
play insane drama...
and forget it all!
Alô? Mandou uma idéia para você... Este espaço poético (ou não, dependendo do ponto de vista) visa apenas ao entretenimento e ao desabafo de um ser. Não encare tudo como verdade absoluta. O negócio é ser isso uma espécie de espelho. Tudo que for escrito neste site pode ser usado, modificado, distribuído livremente, enfim CREATIVE COMMONS (A unica coisa que peço é que cite a fonte e o autor). Um grande abraço.
Rádio Vibe Ploc
31 outubro 2006
30 outubro 2006
Serenata Andante, em Dó Maior
Olha o caminho
Ele é longo
e está vazio,
Uma brisa canta
e nenhum carro passa.
Passos nessa estrada
Um rapaz pensando,
vai consigo falando
tentando reiventar a manhã.
De repente, uma kombi
com passageiros parados
sentados em sua inércia
começam a chiar.
O veículo passa batido
apressado come cru,
Enquanto o rapaz
faz seu silente caminho.
O caminho acaba
o destino é chegado,
mais um dia de trabalho
para o sacrifício humano.
E o Jardim de Festas
guarda seus segredos,
Maçãs podres no meio dos Santos
Capatazes ferozes em toscos mantos.
O rapaz só está por dinheiro
e não pelo que se tem,
Ao redor de tudo
nada vale realmente um vintém.
Ele é longo
e está vazio,
Uma brisa canta
e nenhum carro passa.
Passos nessa estrada
Um rapaz pensando,
vai consigo falando
tentando reiventar a manhã.
De repente, uma kombi
com passageiros parados
sentados em sua inércia
começam a chiar.
O veículo passa batido
apressado come cru,
Enquanto o rapaz
faz seu silente caminho.
O caminho acaba
o destino é chegado,
mais um dia de trabalho
para o sacrifício humano.
E o Jardim de Festas
guarda seus segredos,
Maçãs podres no meio dos Santos
Capatazes ferozes em toscos mantos.
O rapaz só está por dinheiro
e não pelo que se tem,
Ao redor de tudo
nada vale realmente um vintém.
28 outubro 2006
Suave lembrança de um licor
Rua
Pessoas,
Calçadão
Arpoador.
Água de Côco
Pedras,
Pessoas ao redor
Marola.
Fim de tarde
Ventinho bom,
Missa na Igreja
Saída de Escola.
Uma saudade no ar
tão intensa, sinto sua falta
algo peculiar
nos dois já vimos o pôr-do-sol.
Cada um ao seu lado
deixei o último licor
guardado na prateleira
acreditava em um retorno.
Agora só sonho
lembrança feliz,
Você casada
e eu vivendo por um triz.
Dou meu trisco
dou meu jeito,
Eu sou arisco
apesar da dor no peito.
Adeus, nem sei
a vida roda seus giros,
se der, iremos nos encontrar
só que agora, cada um em seu lugar
Pessoas,
Calçadão
Arpoador.
Água de Côco
Pedras,
Pessoas ao redor
Marola.
Fim de tarde
Ventinho bom,
Missa na Igreja
Saída de Escola.
Uma saudade no ar
tão intensa, sinto sua falta
algo peculiar
nos dois já vimos o pôr-do-sol.
Cada um ao seu lado
deixei o último licor
guardado na prateleira
acreditava em um retorno.
Agora só sonho
lembrança feliz,
Você casada
e eu vivendo por um triz.
Dou meu trisco
dou meu jeito,
Eu sou arisco
apesar da dor no peito.
Adeus, nem sei
a vida roda seus giros,
se der, iremos nos encontrar
só que agora, cada um em seu lugar
Delicata luz de Outono
Quero senti-la luz
cintila em meus sonhos,
esquece o passado e tenha o prazer
de sentir meu afeto mais sincero.
Deixe dançar as horas
e vamos apreciar a lua,
Os outros passaram
assim como os tolos.
Venha e deleite-se
detenha sua ânsia de pressa
temos nosso tempo tenro
temos nosso momento.
E dancemos, nus
ao som de querelas sagradas,
pintemos nosssa aquerelas de esperança
embalando nossos sonhos com clareza.
E no mais, para que tristeza?
O nosso amor servimos à mesa!
cintila em meus sonhos,
esquece o passado e tenha o prazer
de sentir meu afeto mais sincero.
Deixe dançar as horas
e vamos apreciar a lua,
Os outros passaram
assim como os tolos.
Venha e deleite-se
detenha sua ânsia de pressa
temos nosso tempo tenro
temos nosso momento.
E dancemos, nus
ao som de querelas sagradas,
pintemos nosssa aquerelas de esperança
embalando nossos sonhos com clareza.
E no mais, para que tristeza?
O nosso amor servimos à mesa!
27 outubro 2006
Notícias breves de Nagoya, Japão
Aqui estou
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi apenas para pensar.
Ainda tenho
muita estória para contar...
Ainda tenho
muito ânimo de ânima
para completar outros vértices.
Bolar novas matizes
de insumos de insucesso,
Uma Garbage Nouveau
de roupas alvas e cristalinas.
Ainda tenho
muita confusão para gerar
no meio do caus burocrático
dos desmandes humanos.
O tempo do Cálice acabou
e mesmo assim tentaram
insistir no AI-5 das idéias...
Ué... Sei lá, entende?
'cha pra lá, guaraná!
Quero emergir
do fundo do poço
das águas barrentas
dos sentimentos bolorentos
dos ímpios errantes,
que insistem em errar.
Je veux parler dans un Français terrible
I wanna talk in a awful English
Deixe-me falar, chega de cálice!!!
Resurgir das cinzas
como Fênix atordoado,
ou mesmo morrer na contra-mão
atrapalhando o Sábado,
Erguendo neste patamar um pacote bêbado
e declarando um novo Carpe Diem,
Flutuando no ar como paredes mórbidas.
Quero reconstruir meus caminhos
aqueles mesmo que errado fiz,
Aprendendo a entender o jogo
o que me cerca é lixo, mas... foda-se!
E gritar bem alto: Aproveite aquilo
que você ainda não aproveitou!!!
O momento é agora
para ser livre!
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN
Liberdade, ainda que à tardinha,
Liberta que serás também
Liberta-se do que te impede de ir além.
Mando notícias da terra do sabiá
As aves que aqui gorjeiam,
estão muito melhores e não há
competição e nem tição!
Aqui estou
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi para viver e sonhar,
O amor é uma coisa boa baby....
(Será que você sabe o que é isso?)
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi apenas para pensar.
Ainda tenho
muita estória para contar...
Ainda tenho
muito ânimo de ânima
para completar outros vértices.
Bolar novas matizes
de insumos de insucesso,
Uma Garbage Nouveau
de roupas alvas e cristalinas.
Ainda tenho
muita confusão para gerar
no meio do caus burocrático
dos desmandes humanos.
O tempo do Cálice acabou
e mesmo assim tentaram
insistir no AI-5 das idéias...
Ué... Sei lá, entende?
'cha pra lá, guaraná!
Quero emergir
do fundo do poço
das águas barrentas
dos sentimentos bolorentos
dos ímpios errantes,
que insistem em errar.
Je veux parler dans un Français terrible
I wanna talk in a awful English
Deixe-me falar, chega de cálice!!!
Resurgir das cinzas
como Fênix atordoado,
ou mesmo morrer na contra-mão
atrapalhando o Sábado,
Erguendo neste patamar um pacote bêbado
e declarando um novo Carpe Diem,
Flutuando no ar como paredes mórbidas.
Quero reconstruir meus caminhos
aqueles mesmo que errado fiz,
Aprendendo a entender o jogo
o que me cerca é lixo, mas... foda-se!
E gritar bem alto: Aproveite aquilo
que você ainda não aproveitou!!!
O momento é agora
para ser livre!
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN
Liberdade, ainda que à tardinha,
Liberta que serás também
Liberta-se do que te impede de ir além.
Mando notícias da terra do sabiá
As aves que aqui gorjeiam,
estão muito melhores e não há
competição e nem tição!
Aqui estou
bem ao seu indispor,
É... faz tempo...
sumi para viver e sonhar,
O amor é uma coisa boa baby....
(Será que você sabe o que é isso?)
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