Esse é um poema inédito
feito de modo errático
de jeito e modo pálido
paracendo um emplasto.
E no imediatismo cibernético
desse jeito afórico,
traços versos cinéticos
que tenham um modo patético.
Quero insone no imediatismo
ser polido ou mesmo enfático,
Pois nunca mesmo amenizado
sejam meus versos branquéolos.
A rima é algo metálico
quando se diz algo bestializado,
Parece rima de pandeiro
Quando terminar de ser surrado.
Termino esses maus contritos versos
com cheiro de gasolina e petróleo,
Vamos queimar as adégas do poder
de uma maneira mais hermética!
Alô? Mandou uma idéia para você... Este espaço poético (ou não, dependendo do ponto de vista) visa apenas ao entretenimento e ao desabafo de um ser. Não encare tudo como verdade absoluta. O negócio é ser isso uma espécie de espelho. Tudo que for escrito neste site pode ser usado, modificado, distribuído livremente, enfim CREATIVE COMMONS (A unica coisa que peço é que cite a fonte e o autor). Um grande abraço.
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