Rádio Vibe Ploc

24 maio 2012

Um fim de tarde, um fim de dor!

Eu me lembro quem realmente fui
Acredito que não consegui virar o jogo,
Quanto mais levei a sério a porra da vida
compreendi que nada era tão sério assim.

Eu não tenho a menor consciência
de quanto custou perder a minha existência,
simplesmente a vida passou, eu fiquei na mesma...
Os meus planos e sonhos? Viraram massa nas mãos de um padeiro
(Caralho, comi o pão que o demo amassou!).

Então nesse instante de fé, eu vos agradeço meus amigos
Quantas coisas eu vivi e algumas valeram a pena,
Por favor, quando pensarem em mim, recordem com alegria
Meu corpo está apodrecendo, enfim, Cè finita mia esistenza.

Enim quisque
Ad omnes amici
Sum diligis omnes
Mihi opus est

Depois de meditar tristeza, é isso que farei
Antes de meus olhos fecharem de vez.

Meu coração teima em viver, só que ele está quebrado
A dor persegue meus ossos, enquanto as lágrimas caem,
Minhas memórias insistem em passar em minhas vistas
Porra, quanta coisa, quanta coisa... não mais nada.

Será que deveria lutar? Negar um fim tão propício?
Será que devo resistir em minhas verdades derradeiras?
Será que devo entender que ainda há mais caminhos
e não mais o precipício em meus pés?

Então nesse instante de fé, Obrigado meus amigos
Valeu por tudo quem pode me amar,
Por favor, quando pensarem em mim, recordem a minha alegria
Meu corpo está podre, enfim, La vie besoin d'un fin de sans souffrir.

Good Bye!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem em Destaque

O AMOR ESTÁ ONDE VOCÊ ESTÁ (O POEMA CURTIDO)

Seria verdade... O amor está no ar? Para muitos está no bar Mas onde ele está? (Onde está???) Quero achar... dá pra comprar? Sei lá, não apr...